MERCADOS NACIONAIS
  • Continuam flutuando ao sabor de um Sistema Político instável;
  • A única coisa clara é a queda de atividade pressionando por quedas em inflação, o que sugere queda em taxas pré no segundo semestre;
  • Apesar da relativa estabilização de preços de petróleo, o Mercado de ações oscila com as ondas do Sistema Político;
  • Os elevados níveis de risco sugerem posições em DI ou pré de curto prazo. Uma posição moderada de 15% em ações é justificável para quem pode tomar algum risco.

 

MERCADOS INTERNACIONAIS
  • Acomodação de crescimento com estímulos monetários sugerem queda de taxas de juros e favorecem posições em crédito, particularmente High Yield;
  • Ações americanas pressionadas por quedas nos lucros das empresas. Ações europeias oferecem melhores oportunidades de geração de lucros;
  • Acomodação de crescimento, ainda que baixo tende a favorecer uma recuperação de economias emergentes;
  • Inflação não mostra sinais de retomada mas existe uma discrepância entre os índices ao consumidor reportados e os índices implícitos entre taxas pré e pós nos EUA.O que sugere uma aposta em TIPS.
  • A aproximação do plebiscito de junho no Reino Unido trará alguma turbulência e recomenda cautela. Esperamos a continuação da participação na União Européia.

 

ECONOMIAS INTERNACIONAIS
  • Existiram poucas novidades na semana. EUA e China continuam a mostrar uma acomodação de atividades.
  • Nos EUA, a formação de empregos em Abril foi menor do que esperado mas mostrou ganhos de salários. Taxas de juros com pequenas quedas;
  • Na China os índices de Gerentes de Compras mostraram contração da indústria e de serviços. Importações e exportações piores do que esperado;
  • Dominância de Bancos Centrais continua. Todos têm políticas monetárias estimulantes que devem ser ampliadas.